Isso vai virar um shopping! foto feita em 13 de abril de 2011

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O paulista merece

Com vistas a 2018, Alckmin ressuscita o inacreditável Roberto Freire

As análises dos grupos de mídia sobre o ministério de Dilma obedecem ao seguinte manual:
1.     Se for um Ministério eminentemente técnico, critique pelo fato de Dilma enfraquecer a base de apoio. E não elogie pelo fato de ser um Ministério técnico.
2.     Se for um Ministério eminentemente político, critique o fato de Dilma não montar um Ministério técnico. E não reconheça que o Ministério fortaleceu a base de apoio.
3.     Se o Ministério contentar o grupo majoritário de um partido da base, dê a palavra ao grupo minoritário, preferencialmente em off, e coloque as reclamações debaixo de um genérico: “Ministério descontentou partido da base”. Não explique que descontentou apenas o lado minoritário, caso contrário enfraquece a crítica.
Não aplique os mesmos critérios na análise do Secretariado de Alckmin. Na Folha de hoje, diz-se que Alckmin está escolhendo um secretariado com vistas às eleições de 2018.
Os dois candidatos apresentados são Roberto Freire, a mais deplorável herança que o comunismo-fisiológico legou à política brasileira; e José Luiz Penna, segundo suplente do PV.
Há tempos a representatividade de Freire reduziu-se a ele e meia dúzia de apaniguados. Dos tempos do velho comunismo herdou apenas a virulência desqualificadora, a capacidade de regurgitar ódio, o uso de qualquer ferramenta para a luta política. E a serviço de quê? De Serra, de Campos, de Alckmin e de quem mais vier, sem um vestígio de princípios políticos legitimadores.


http://jornalggn.com.br/noticia/com-vistas-a-2018-alckmin-ressuscita-o-inacreditavel-roberto-freire

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Assistente corrige receitas de apresentador da Band e é demitido

Daniel Bork é cunhado do dono da Band e apresenta o “Dia Dia” (Divulgação/Band)
Daniel Bork, do “Dia Dia”, da Band, demitiu Julio Cruz, o assistente de cozinha do programa na semana passada. De acordo com o colunista Leo Dias, do jornal “O Dia”, o apresentador estavairritado com as correções do profissional durante o trabalho.
Como a atração é gravada, os telespectadores não sabem, mas diversas receitas de Bork não saem como o previsto. Muitos pratos acabavam sendo queimados e outros não eram preparados corretamente.
Essa não é a primeira vez que o apresentador demite um funcionário por causa dosdesentendimentos internos. A assessoria de imprensa do canal preferiu não comentar o assunto.
Conforme destaca o mesmo colunista, a maior preocupação de Daniel Bork é com a quantidade de merchandisings no “Dia Dia”. Vale lembrar que ele é cunhado de João Saad, presidente da Band.
https://br.tv.yahoo.com/blogs/notas-tv/assistente-corrige-receitas-de-apresentador-da-115631272.html

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A funcionária da Receita que sumiu com o processo de sonegação da Globo

EXCLUSIVO: a história da funcionária da Receita que sumiu com o processo de sonegação da Globo

Cristina
Cristina
Esta é a terceira reportagem da série sobre o processo de sonegação fiscal da Globo. É parte de um projeto de crowdfunding do DCM.  As matérias anteriores estão aqui. De onde veio isso, tem mais. 

Quando o processo da Globo desapareceu no posto da Receita Federal em Ipanema, no dia 2 de janeiro de 2007, o Leão teve que se mexer.
Uma sindicância interna pegou um bagrinho, a funcionária pública Cristina Maris Ribeiro da Silva, agente administrativa, o cargo mais modesto da carreira na Receita Federal.
Mas, ao identificar Cristina, topou com um esquema de fraude gigantesco. Por trás do bagrinho, estão tubarões do empresariado brasileiro.
Cristina era dona da senha que abre os portões da sonegação e fecha os olhos do Leão. Literalmente.
Retirar o processo da Globo dos escaninhos da Receita foi a ação mais ousada de Cristina. Mas o que a sindicância apurou é que ela tinha uma intensa atividade criminosa, contra os interesses do Fisco.
A sindicância se desdobrou em processos judiciais e Cristina soma, até agora, pelo menos sete condenações, uma delas na ação pelo desaparecimento do processo de sonegação da Globo.
Em praticamente todas as varas federais criminais do Rio de Janeiro, há pelo menos uma condenação com o nome de Cristina, todas ligadas ao Fisco, todas iniciadas depois do desaparecimento do processo da Globo.
Lendo um dos processos, descobre-se, pela informação de uma procuradora da república, que, depois das condenações, Cristina mudou o nome.
Quando flagrada dando sumiço no processo, ela se chamava Cristina Maris Meinick Ribeiro. Hoje, seus documentos trazem o nome Cristina Maris Ribeiro da Silva.
A mudança dificultou a pesquisa que realizei nos arquivos da Justiça Federal, mas, uma vez localizados os processos, o que se descortina é uma história que alguns poderiam entender como assombrosa.
Cristina já foi condenada por emissão de CPFs novos para pessoas com nome sujo na praça. Delito pequeno, comparado ao que fazia no Comprot, o sistema informatizado que registra os dados dos processos físicos em tramitação na Receita.
Ela não tinha poderes para criar novos processos, mas podia modificá-los.
Num processo em que um taxista carioca pedia isenção do IPI para  um carro novo, ela mudou os dados da ação. Tirou o nome do taxista, João Pereira da Silva, e colocou o da empresa Cor e Sabor Distribuidora de Alimentos Ltda.
Também alterou a natureza do processo. Em vez da isenção de IPI, passou a constar crédito tributário para a empresa.
A Cor e Sabor Distribuidora de Alimentos, que é a maior fornecedora de quentinhas para os presídios do Estado do Rio de Janeiro, obteve assim declaração de compensação tributária e, em consequência, a certidão negativa de débito, necessária para celebrar contratos com o poder público.
Depois de cinco anos, a homologação da compensação se torna automática, ainda que o processo físico nunca tenha existido, e as informações colocadas no sistema sejam fictícias.
Em outro processo, uma pequena empresa, a Ótica 21, pediu seu reenquadramento no Simples, mas, com a inserção de dados falsos, se transformou num caso de compensação tributária em favor da Cipa Industrial de Produtos alimentares Ltda., dona da marca Mabel.
O Ministério Público Federal denunciou o presidente da empresa, Sérgio Scodro, como mandante do crime e pediu sua prisão preventiva, depois que os oficiais não conseguiram localizá-lo para entregar uma intimação.
A Justiça negou a prisão e, mais tarde, retirou seu nome do processo, por entender que a ação de Cristina não tinha produzido os efeitos pretendidos.
cristina - globo 2
Não foi o que aconteceu no processo em que a Megadata, que faz parte do grupo Ibope, foi denunciada por crime semelhante.
Até o presidente da empresa, Homero Frederico Icaza Figner, sócio da Carlos Augusto Montenegro, foi condenado.
Homero tem o prenome e um dos sobrenomes (Icaza) de um antigo consultor de pesquisas da Globo, o panamenho Homero Icaza Sanchez, conhecido como El Brujo, morto em 2011.
Em 2013, o outro Homero Icaza, também envolvido com o negócio das pesquisas, foi condenado, inclusive pelo artigo 171 (estelionato), juntamente com Cristina.
Porém, um habeas corpus trancou o andamento da ação e um despacho do Tribunal Regional Federal determinou a extinção da punibilidade.
O processo tramitou na Segunda Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.
No Judiciário, as condenações dos empresários acusados de contratar os serviços de Cristina estão caindo uma a uma, por decisões de tribunais superiores. Já as condenações da ex-funcionária pública se acumulam.
Mas não se pode dizer que o Ministério Público Federal tenha deixado de ser rigoroso com os empresários.
Exceto num caso, o do sumiço do processo de sonegação da Globo.
Os proprietários da emissora nunca foram chamados a depor, e não houve tentativa para apurar o mandante (ou mandantes) do crime.
Lendo o processo, o que se vê é que ela agiu por conta própria, embora a cronologia indique uma ação coordenada para beneficiar a Globo.
No dia 16 de outubro de 2006, o auditor fiscal Alberto Sodré Zile conclui sua investigação e autuou a Globo em mais de 600 milhões de reais, incluindo juros e multa, por sonegar os impostos que deveriam ser pagos na aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002.
Ao mesmo tempo, ele assina uma representação para que o Ministério Público Federal denuncie os donos da emissora por crimes contra a ordem tributária.
Zile qualifica os responsáveis pelo que ele considera crimes. Dá nome, endereço e número de documento dos irmãos Roberto Irineu Marinho, João Roberto Marinho e José Roberto Marinho.
No dia 7 de novembro, um advogado da emissora recebe cópia de todo o processo, com a notificação da multa e a representação para fins penais.
No dia 29 de novembro, a emissora apresenta recurso a uma instância superior da Receita.
Num texto de 53 páginas, a defesa da Globo tenta desqualificar o trabalho de Alberto Sodré Zile, mas os três auditores da Delegacia de Julgamento não concordam.
Rejeitam a apelação, no julgamento realizado em dia 21 de dezembro.
No dia 29 de dezembro, o processo volta para o posto da Receita em Ipanema para que, dali, siga para a execução, incluindo o envio para o Ministério Público Federal.
É uma sexta-feira, e Cristina está de férias.
Na terça-feira seguinte, 2 de janeiro, o primeiro dia útil depois da remessa do processo, a agente administrativa vai ao escritório, embora ainda estivesse em período de férias, e sai de lá com dois volumes mais o apenso que compõem o processo.
A Receita abre sindicância para apurar desaparecimento e chega até Cristina.
Com o fim da investigação de caráter administrativo, manda cópia ao Ministério Público, com a comunicação do crime. Os procuradores a republicam a denunciam.
Em janeiro de 2013, Cristina Maris Meinick Ribeiro é condenada.
Mas quem foi o mandante do crime que ela cometeu?
O processo não tem nenhuma indicação de mandante (ou mandantes), embora o maior beneficiário do crime seja amplamente conhecido, a Globo, que paralisou um processo que tinha endereço certo: o Ministério Público Federal.
Em seus depoimentos, Cristina negou que tenha subtraído o processo, apesar dos testemunhos contrários.
Chegou a dizer que nem se lembrava de ter estado no escritório.
Nos processos que Cristina responde por beneficiar sonegadores, o padrão de defesa é o mesmo: seus advogados apresentam receitas médicas, para dizer que ela tomava remédios psiquiátricos e que, se cometeu algum erro, foi “num momento de ausência”.
Os advogados alegam que a ex-funcionária teve síndrome de pânico, mas o laudo médico que juntaram num dos processos é de 2008, posterior à época do crime.
Seus advogados apresentaram extratos bancários para dizer que Cristina não teve vantagem financeira, e informaram que ela vivia “de favor” no apartamento da mãe.
Uma procuradora contestou as informações com o argumento de que o dinheiro poderia estar na conta de outras pessoas. E outras vantagens poderiam estar ocultas.
O apartamento que ela diz ser da mãe é na avenida Atlântica, um dos metros quadrados mais caros do Brasil, e vale, segundo corretores, mais de 4 milhões de reais.
A mãe de Cristina, Vilma Meinick Ribeiro, não é nenhuma milionária.
Em 1971, segundo uma publicação do Diário Oficial da União, era datilógrafa no Ministério da Fazenda.
Por coincidência, um posto equivalente ao que Cristina viria a ocupar na Receita Federal, órgão do Ministério da Fazenda, vinte anos mais tarde e no qual permaneceu por quase trinta anos, até perder o cargo em consequência de uma das sentenças condenatórias.
O apartamento na Avenida Atlântica, no Rio
O apartamento na Avenida Atlântica, no Rio
Eu estive lá e, como era de se esperar, não fui recebido.
Em seu Facebook, Cristina tem uma foto recente, em que aparece num restaurante segurando uma taça. Tem também uma foto de rosto e duas de um cachorrinho.
Apresenta-se como aposentada e não faz nenhuma indicação de que tenha pertencido aos quadros da Receita.
Quem mandou Cristina sumir com o processo de sonegação da Globo?
Algumas pistas podem ser encontradas em outros processos nos quais Cristina aparece e já foi condenada.
O advogado Darwin Reis Martin, que tem escritório de contabilidade e consultoria tributária no centro do Rio, é um nome recorrente nas ações.
Ele aparece em algumas denúncias do Ministério Público Federal como o advogado contratado por empresas que, mais tarde, acabariam se beneficiando da ação fraudulenta de Cristina.
Segundo as denúncias, o papel dele seria fazer mover a mão de Cristina no interior da Receita.
Em um dos casos, Darwin aparece como intermediário entre os empresários Arthur César Menezes Soares e Eliane Pereira Cavalcante, sócios do Grupo Facility.
Em agosto deste ano, Arthur e Eliane foram condenados por fraude no sistema da Receita Federal, juntamente com Cristina.
A condenação de Arthur pela fraude no sistema da Receita ainda não foi publicada no Diário Oficial, mas Arthur se tornou bastante conhecido no Rio de Janeiro depois que o jornal O Globo, em março de 2010, publicou reportagem de uma página em que o chama de Rei Arthur.
Segundo o texto, Rei Arthur, “amigo íntimo do governador Sérgio Cabral”, tinha os maiores contratos com a administração pública estadual, coisa de R$ 1,5 bilhão.
A matéria teve desdobramento, com a notícia de que deputados se movimentavam para criar uma CPI em razão da aparente ilegalidade no aditamento de contratos.
O jornalista Dácio Malta escreveu em seu blog, o “Alguém Me Disse”, que o assunto depois sumiu do noticiário e o jornal publicou uma carta do governo do Estado “maior que a reportagem”, para dizer que as acusações eram infundadas.
O deputado Anthony Garotinho, ex-governador do Rio, inimigo declarado da Globo, escreveu também que Rei Arthur era quem mais se beneficiava das denúncias veiculadas no Fantástico que execravam concorrentes do Grupo Facility, na mesma linha da série atual “Cadê o Dinheiro que Estava Aqui?”.
Essas publicações na internet que vinculam o Rei Arthur à TV Globo são anteriores à descoberta de que, de fato, ambos têm um nome comum na Receita Federal.
Num momento, Cristina Maris insere dados falsos no sistema para ajudar o Grupo Facility. Em outro momento, posterior, faz sumir o processo de sonegação da Globo.
Pode ser tudo coincidência, mas, no que diz respeito à Globo, a investigação parou na funcionária pública. Já o Rei Arthur teve seu nome lançado no rol dos culpados juntamente com o de Cristina.
A segunda instância pode derrubar, como tem feito em outros casos, mas hoje eles estão no mesmo barco, quer dizer, na mesma lista.
A ligação do nome de Cristina Meinick a uma das maiores empresas de comunicação do mundo não teria vindo a público não fosse o advogado Eduardo Goldenberg, carioca da Tijuca.
Ele publicou em sua conta no Twitter a informação de que o processo de sonegação havia desaparecido da Receita.
Goldenberg informou o número do processo e o nome de Cristina, que depois foram parar em blogs e sites da internet.
Não foi a primeira vez que Eduardo constrangeu a Globo.
No ano 2000, durante um festival de música da emissora, ele foi entrevistado ao vivo pela repórter Renata Ceribelli e gritou: “Faz um 12, Brizola!”
Eduardo Goldenberg conta que planejou a cena quando estava em casa, se arrumando para ir ao festival, quando soube que a apresentação de sua amiga Beth Carvalho havia sido vetada pela Globo.
“Ela faria o encerramento do festival, mas tinha começado o horário eleitoral na TV e Beth Carvalho cantava o jingle do ‘Velho’ (é assim que se refere a Brizola).”
A chance de ser entrevistado era uma em alguns milhares, mas, no intervalo da apresentação, Eduardo se viu diante da repórter, que perguntou o que ele achava do festival e estendeu o microfone.
“Faz um 12, Brizola!”.
“A Globo sempre ferrou o Brasil, e não me arrependo do que fiz”, afirma.
Iniciou-se assim uma amizade com Brizola, que quis conhecê-lo. Hoje, quando fala das vezes em que esteve com o ex-governador do Rio, se emociona.
Numa das últimas vezes, numa reunião de amigos, encontrou também Beth Carvalho.
“Foi a única vez que vi o Velho beber e ficar um pouco alterado. Ele até cantou”, recorda.
Brizola, acompanhado por violão, silenciou a todos com os versos “felicidade, foi-se embora e a saudade no meu peito ainda mora…”
Quando fala de como soube do processo da Globo, é um pouco vago. “Eu sabia que existia o processo e, como sou advogado, pesquisei”, afirma.
Eduardo deu outras notícias quentes em seu twitter. Anunciou, em primeira mão, que o senador Aécio Neves havia sido parado numa blitz da lei seca.
Também escreveu que Soninha Francine tinha parentes empregados no governo do Estado de São Paulo.
“Já publiquei coisas a pedido de amigos”, admite. “Se é por uma boa causa, eles sabem que podem contar comigo, e pedem para eu colocar uma notinha”.
Não fosse a sua conta no twitter, Cristina seria apenas uma anônima caminhando pela calçada de Copacabana.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-historia-da-funcionaria-da-receita-que-sumiu-com-o-processo-de-sonegacao-da-globo/

sábado, 8 de novembro de 2014

Mais uma estória falsa de Bin Laden

por Paul Craig Roberts
A RT, uma das minhas novas fontes favoritas, embarcou numa estória falsa avançada pelo Pentágono a fim de apoiar a fantasia de que uma equipe de comando SEAL (Sea, Air, Land) matou Osama bin Laden, o qual teria morrido uma segunda vez em Abbottabad, Paquistão, uma década depois da sua primeira morte, por doença. rt.com/usa/202895-navy-seal-shot-binladen/ 

Esta estória falsa, juntamente com o falso filme e o falso livro de um alegado membro da equipe SEAL, é o meio pelo qual é perpetuada a estória falsa do assassínio de bin Laden. A alegada morte de Bin Laden às mãos de uma equipe SEAL foi uma orquestração propagandista cujo propósito era dar a Obama fama de herói e afastar a conversa de seis membros do Partido Democrata que contestavam sua nomeação para um segundo mandato.

Osama bin Laden morreu em Dezembro de 2001 de insuficiência renal e outros problemas de saúde, tendo negado no seu último vídeo registado qualquer responsabilidade pelo 11/Set e, ao contrário, incitado os americanos a examinarem o seu próprio governo. O próprio FBI declarou que não há evidência de que Osama bin Laden fosse responsável pelo 11/Set. O obituário de bin Laden foi publicado em numerosos jornais estrangeiros e árabes, e também na Fox News. Ninguém pode sobreviver à insuficiência renal durante uma década e nenhuma máquina de diálise foi encontrada no alegado edifício de bin Laden em Abbottabad no qual alegadamente foi assassinado pelos SEALs uma década após o seu óbito.

Além disso, ninguém na tripulação do navio do qual o corpo teria sido sepultado no mar, conforme informou a Casa Branca, viu qualquer sinal do enterro. E os marinheiros enviaram mensagens para casa acerca disso. De alguma maneira teria sido efectuado um enterro num navio no qual há observadores permanentes e uma tripulação alerta a todas as horas – e ninguém o testemunhou.

Além disso, ainda, a estória da Casa Branca do alegado assassínio de bin Laden mudou duas vezes nas primeiras 24 horas. A afirmação de que Obama e o seu governo assistiram à acção transmitida ao vivo a partir de câmaras nos capacetes dos SEALs foi rapidamente abandonada, apesar da divulgação de uma foto do regime Obama intensamente concentrado num aparelho de TV e de ter sido alegado estarem a assistir a acção ao vivo. Nenhum vídeo do feito foi alguma vez divulgado. Até à data não há qualquer evidência que corrobore a afirmação do regime Obama. Nem um minúsculo fragmento de evidência. Apenas afirmações em causa própria não comprovadas.

Além disso, mais uma vez, como disponibilizei no meu sítio web, testemunhas entrevistadas pela TV do Paquistão informaram que apenas um helicóptero aterrou em Abbottabad e que, quando os seus ocupantes retornaram do alegado edifício de bin Laden, o helicóptero explodiu na decolagem e não houve sobreviventes. Por outras palavras, não havia cadáver de bin Laden a entregar ao navio que não testemunhou a sepultura e nenhum herói SEAL a retornar do qual alegado assassinato de um bin Laden desarmado. Mais: os residentes em Abbottabad entrevistados pela BBC, incluindo aqueles da porta vizinha do alegado "edifício de bin Laden", dizem todos que conheciam a pessoa que ali viveu e que não era bin Laden.

Robert O'Neill.Qualquer SEAL que fosse tão totalmente estúpido para matar o "Mestre do Terror" desarmado provavelmente teria sido submetido a corte marcial por incompetência. Olhem o sorriso na cara do homem "que matou Bin Laden". Ele pensa que a sua afirmação de que assassinou um homem torna-o um herói, o que é um retrato poderoso da degeneração moral dos americanos.

Assim, a que vem esta afirmação de Rob O'Nell? Ele é apresentado como um "orador motivacional" em busca de clientes. Que estratagema melhor entre americanos crédulos do que afirmar "fui eu que atirei em bin Laden"? Lembra-me do filme de farwest " The Man Who Shot Liberty Valance ". Que melhor meio para validar a afirmação de Rob O'Neill de que o Pentágono denunciar a sua revelação por quebra da obrigação de permanecer em silêncio. O Pentágono afirma que O'Neill ao reclamar crédito pelo se feito pintou um grande sinal de alvo sobre a nossa porta a pedir ao ISIS para vir apanhar-nos.

Que insensatez incrível. O ISIS e qualquer um que acreditasse na afirmação de Obama de ter liquidado bin Laden já saberia, se acreditasse na mentira, que o regime Obama assumiu a responsabilidade pelo assassínio de um bin Laden desarmado. A razão porque a equipe SEAL foi impedida de falar é que nenhum membro da equipe estava na alegada missão.

Assim como o navio no qual bin Laden foi alegadamente sepultado não tem testemunhas do feito, a unidade SEAL – cujos membros teriam integrado a equipe que alegadamente despachou um Mestre Terrorista desarmado ao invés de detê-lo para interrogatório – morreu misteriosamente num desastre de helicóptero quando era embarcada em violação de procedimentos num velho helicóptero da década de 1960 e enviada para zona de combate no Afeganistão pouco após o alegado ataque ao "edifício de bin Laden".

Por algum tempo houve notícias de que as famílias destes SEALs mortos não acreditaram nem uma palavra no relato do governo. Além disso, as famílias informaram terem recebido mensagens de SEALs que subitamente se sentiam ameaçados e não sabiam porque. Os SEALs têm-se perguntado uns aos outros: "Esteve na missão bin Laden?" Aparentemente, nenhum deles esteve. E para manter isto em segredo, os SEALs foram enviados à morte.

Qualquer um que acredite em qualquer coisa do que o governo dos EUA diz está para lá de crédulo.

07/Novembro/2014

Ver também:
  • A segunda morte de Osama bin Laden , 02/Mai/2011
  • Onde estava Osama no dia 11 de Setembro de 2001? , 11/Set/2006
  • Bush Administration knew the Whereabouts of Osama (A administração Bush sabia o paradeiro de Osama), 16/Nov/2003
  • Hospital Worker: I Saw Osama (Trabalhador do hospital: eu vi Osama), vídeo, 28/Jan/2002 

    Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

  • segunda-feira, 3 de novembro de 2014

    PML SOBRE ‘PEC DA BENGALA’: “OPORTUNISMO MAIS INFAME”

    sábado, 18 de outubro de 2014

    Oração dos Médicos

    Ó Deus, Tu nos designaste para cuidar da vida e da saúde de tuas criaturas. Permita que o amor à nossa aja em nós o tempo todo; que nunca a avareza, a mesquinhez, a sede pela glória ou por uma grande reputação estejam em nossas mentes, pois estas circunstâncias poderiam facilmente enganar-nos e fazer-nos esquecer de nosso elevado objetivo de fazer o bem aos teus filhos. Concede-nos a força de coração e de mente para que possam estar sempre prontos e servir os ricos e os pobres, os bons e os perversos, os amigos e inimigos, e que nós jamais enxergamos num paciente algo além de um irmão que sofre. Deus, Tu nos designaste para cuidar da vida e da morte de tuas criaturas, aqui estamos prontos para seguir nossa vocação.

    Trechos adaptados da Oração de maimon
    Seleção de Celso Ayres
    São Gonçalo do Sapucaí - MG

    segunda-feira, 15 de setembro de 2014

    MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS

    A PRIMAVERA DOS DIREITOS DE TODOS: 
    GANHAR PARA AVANÇAR

    Os brasileiros decidem agora se o caminho em que o país está desde 2003 é positivo e deve ser mantido, melhorado e aprofundado, ou se devemos voltar ao Brasil de antes - o do desemprego, da entrega, da pobreza e da humilhação.
    Nós consideramos que nunca o Brasil havia vivido um processo tão profundo e prolongado de mudança e de justiça social, reconhecendo e assegurando os direitos daqueles que sempre foram abandonados. Consideramos que é essencial assegurar as transformações que ocorreram e ocorrem no país, e que devem ser consolidadas e aprofundadas. Só assim o Brasil será de verdade um país internacionalmente soberano, menos injusto, menos desigual, mais solidário.
    Abandonar esse caminho para retomar fórmulas econômicas que protegem os privilegiados de sempre seria um enorme retrocesso. O brasileiro já pagou um preço demasiado para beneficiar os especuladores e os gananciosos. Não se pode admitir voltar atrás e eliminar os programas sociais, tirar do Estado sua responsabilidade básica e fundamental.
    O Brasil precisa, sim, de mudanças, como as próprias manifestações de rua do ano passado revelaram. Precisa, sem dúvida, reformular as suas políticas de segurança pública e de mobilidade urbana. Precisa aprofundar as transformações na educação e na saúde públicas, na agricultura, consolidando com ousadia as políticas de cultura, meio ambiente, ciência e tecnologia, e combatendo, sem trégua, todas as discriminações.
    O Brasil precisa urgentemente de uma reforma política. Mas precisa mudar avançando e não recuando. Necessita fortalecer e não enfraquecer o combate às desigualdades. O caminho iniciado por Lula e continuado por Dilma é o da primavera de todos os brasileiros. Por isso apoiamos Dilma Rousseff.
    http://manifesto.dilma.com.br/

    quinta-feira, 21 de agosto de 2014

    Entenda 10 questões sobre a nossa gasolina

    1) A Petrobras tem influência nas alterações de preços dos combustíveis nos postos?
    Não. Os preços são livres nas bombas e as distribuidoras de combustível são legalmente impedidas de exercer qualquer influência sobre eles.
    Há uma lei federal que impede as distribuidoras de operarem postos. Estes são, em regra, administrados por terceiros, pessoas jurídicas distintas e autônomas, que podem praticar margens variáveis conforme seus planos comerciais, visto que os preços não são tabelados nem estão sob controle governamental. O mercado da gasolina no Brasil hoje é regulamentado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e pela Lei Federal 9.478/97 (Lei do Petróleo). Esta lei flexibilizou o monopólio do setor de petróleo e gás natural, tornando aberto o mercado de combustíveis no país.
    2) Quais fatores influenciam no preço da gasolina?
    preço praticado ao consumidor é composto por três parcelas: realização do produtor ou importador, tributos e margens de comercialização. No Brasil, esta margem de comercialização equivale às margens brutas de distribuição e dos postos revendedores de gasolina.
    Há múltiplos fatores que fogem da nossa responsabilidade, como carga tributária (municipal, estadual, federal), concorrência com outros postos na mesma região e a estrutura de custos de cada posto (encargos trabalhistas, frete, volume movimentado, margem de lucro etc.). É possível pesquisar sobre o assunto no nosso site (Composição de Preços) e no da ANP (dúvidas sobre preços dos combustíveis ).
    composicao-precos-bomba.jpg
    3) A gasolina brasileira está entre as mais caras do mundo?
    Os valores cobrados pelos combustíveis no Brasil encontram-se alinhados com os preços de outros países que possuem mercados de derivados abertos e competitivos. Confira o gráfico abaixo com a comparação dos preços praticados no Brasil com os preços médios cobrados em diversos países.
    * A parcela “Realização Refinaria” representa o preço da refinaria sem impostos; a parcela “Margem Bruta/distrib./revendedor” representa as margens de comercialização, que oscilam em função do mercado local de venda dos combustíveis; e a parcela “Tributos” representa a carga tributária que é a maior responsável pela diferença dos preços entre os países.
    4) Qual a influência do etanol no preço da gasolina?
    A gasolina comercializada no Brasil deve conter etanol anidro em sua composição. A adição é regulamentada por lei, pelo Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (CIMA). Atualmente, o percentual de etanol anidro é de 25% (veja infográfico sobre o assunto ). Como o etanol é produzido pelas usinas de cana-de-açúcar, o período de entressafra – em virtude da escassez – também influencia no preço final da gasolina.
    5) Qual é o benefício da adição de álcool à gasolina?
    A adição de álcool aumenta a octanagem da gasolina, a mesma função que o chumbo tetraetila possui, com a gigantesca diferença de que o chumbo é altamente tóxico e poluente, enquanto o álcool é um combustível renovável. 
    6) Como funciona o fornecimento de gasolina no Brasil?
    Ao abastecer seu veículo no posto revendedor, o consumidor adquire a gasolina “C”, uma mistura de gasolina “A” com álcool anidro. A gasolina “A” pode ser produzida nas nossas refinarias, por outros refinadores do país, por formuladores, pelas centrais petroquímicas ou, ainda, importada por empresas autorizadas pela ANP.
    As principais distribuidoras compram a nossa gasolina “A”. Em bases e terminais, elas fazem a adição do álcool anidro, adquirido junto às usinas produtoras (consulte www.unica.com.br ), gerando a gasolina “C”.
    Assim, por meio de milhares de postos revendedores presentes no Brasil, as distribuidoras comercializam a gasolina “C” para todos os consumidores.
    7) Quais as gasolinas comercializadas no Brasil, suas características e diferenças?
    Existem duas classificações de gasolina automotiva comercializadas no Brasil: Comum (octanagem mínima de 87 IAD) e Premium (octanagem mínima de 91 IAD).
    A partir destas duas especificações, as distribuidoras podem ofertar gasolinas comerciais que atendam ou superem os parâmetros da categoria em que estão enquadradas. Cabe ressaltar que a gasolina conhecida como "aditivada" é a gasolina comum com aditivos.
    A gasolina Petrobras Podium, que comercializamos com exclusividade, é uma gasolina Premium, de especificação superior e única (octanagem mínima de 95 IAD), que também recebe aditivos.
    Todas as gasolinas recebem, por força de lei federal, a adição de etanol anidro, cujo percentual atende à legislação vigente.
    8) Qual é a gasolina mais adequada para abastecer meu carro?
    Veículos modernos, principalmente os importados, com compressão maior ou igual a 10:1, necessitam de uma gasolina com maior octanagem para poder desenvolver toda a potência do motor. Para esses veículos os postos Petrobras oferecem a gasolina Podium, que possui a maior octanagem do mundo.
    Já os veículos com injeção eletrônica podem abastecer com a gasolina Petrobras Grid, que contém aditivo especial (redutor de atrito), além de detergentes e dispersantes que garantem maior desempenho e máxima eficiência. A gasolina comum pode ser usada por qualquer veículo com motor flex ou a gasolina. Na dúvida, consulte o manual do seu veículo, que informa qual a gasolina deve ser usada.
    comparativo-gasolinas-tabela.jpg
    9) Cabe à Petrobras fiscalizar os postos de combustíveis?
    Nós não possuímos poder de fiscalizar e/ou multar postos. Essa é uma atribuição da ANP.
    Para monitorar a qualidade nos postos de nossa rede, possuímos o programa De Olho no Combustível  (DOC), uma referência no segmento.
    O objetivo do programa é atestar a qualidade dos combustíveis comercializados nos postos certificados e reforçar o combate à adulteração em todo o país.
    Desde 1996, o programa percorre os postos Petrobras com laboratórios móveis, realizando análises de combustíveis em campo, além de capacitar os responsáveis não só pela comercialização dos produtos, mas também pelo recebimento, manuseio e armazenamento dos combustíveis. O número de postos certificados ultrapassa 7 mil e os visitados somam mais de 20 mil. 
    10) O que é gasolina de ultrabaixo teor de enxofre?
    Desde janeiro deste ano, toda a gasolina (comum e premium) comercializada no Brasil tem ultrabaixo teor de enxofre (UBTE). Chamada de Gasolina S-50 por seu teor de enxofre máximo de 50 mg/kg ou partes por milhão (ppm), este combustível representa uma redução expressiva em relação à gasolina anterior (de até 800 mg/kg ou ppm).
    O novo combustível substituiu integralmente as gasolinas automotivas comercializadas em todo o território nacional, e continua sendo identificado como “gasolina comum” e “gasolina premium” nas bombas dos postos de serviço.
    Veja também:
    http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/entenda-dez-questoes-sobre-a-nossa-gasolina.htm