Isso vai virar um shopping! foto feita em 13 de abril de 2011

sábado, 28 de dezembro de 2013

Altamiro Borges: Um ano de Haddad: o que a mídia omite?

Altamiro Borges: Um ano de Haddad: o que a mídia omite?: Por João Sette Whitaker, no blog Cidades para quem : A última reunião do Conselho da Cidade, aquele fórum criado pelo Prefeito Fernando H...

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Esse 'capitão do mato' já esta ardendo no inferno...

O julgamento do julgamento já começou...

Aos poucos, a sociedade vai se informando sobre o que foi na realidade o julgamento da AP 470 - um processo eminentemente político, forjado para incriminar o PT, por meio de algumas de suas lideranças.
A reação a essa fraude já começou.
Nas redes sociais, inúmeros blogs e sites escancaram seu repúdio à condenação dos líderes petistas com provas inequívocas das inúmeras ilegalidades cometidas no desenrolar do julgamento.
E a própria sociedade civil se engaja no movimento.
Na quarta-feira (4), por exemplo, um seminário no Largo São Francisco (Faculdade de Direito da USP) mostrou as irregularidades do processo.
A equipe do blog de José Dirceu acompanhou o debate.
Leia a seguir a íntegra do seu relato:

Um processo marcado desde o início por irregularidades, que se mantêm na fase da execução das penas. Foi assim que os debatedores do seminário sobre a AP 470 no Largo São Francisco, em São Paulo, na noite desta quarta-feira, resumiram o julgamento. Eles chamaram atenção para graves violações das leis e das garantias.
Além do caráter técnico, o debate também ganhou forte simbolismo por ter sido feito na instituição pela qual passou boa parte dos grandes juristas brasileiros que se dedicaram à defesa do Estado Democrático de Direito.
“Eu tive o prazer e o desprazer de acompanhar esse processo desde o inicio e posso dizer com toda franqueza: vivemos momentos de muita perplexidade, coisas que achamos que jamais iriam se materializar se materializaram”, afirmou o coordenador do setorial jurídico do PT, Marco Aurélio Carvalho.

Provas desprezadas

Também presente do debate, o jornalista Raimundo Pereira, da revista Retrato do Brasil, fez um relato das principais incongruências do julgamento. Ele resumiu o longo e detalhado conteúdo publicado na Retrato mostrando que há provas de que não houve desvio de dinheiro público do Banco do Brasil conforme alegado pela acusação.
O jornalista lembrou que há auditorias, notas fiscais, comprovantes e outros documentos oficiais mostrando que os serviços da DNA contratados pelo Banco do Brasil foram efetivamente prestados. Entre esses serviços, estão peças publicitárias na TV Globo, materialmente comprovadas. “Se o dinheiro foi desviado do BB, a primeira condenada tem que ser a Globo. Mas não houve desvio”, disse Raimundo.
“O que fizeram foi uma trama, com o significado pejorativo que isso tem”, acrescentou, referindo-se aos argumentos usados para desprezar essas provas e promover as condenações.

Perplexidade na condenação por quadrilha

“E, no final do processo, o que causou mais perplexidade foi prender as pessoas sem que a questão central, que é a formação de quadrilha, estivesse resolvida. Não foi provada a sua materialidade”, disse Raimundo, referindo-se aos embargos infringentes relativos a essas condenações que ainda serão julgados no Supremo Tribunal Federal.
O advogado Rodrigo Dall’Acqua, defensor de Zé Dirceu, também chamou atenção para o contrassenso adotado pelo STF em relação à condenação por formação de quadrilha. Como foi por um placar apertado, o Supremo vai reanalisar a questão no ano que vem.
“[A condenação] é absolutamente ilógica, não preciso nem citar provas, basta ver a denúncia. A denúncia diz que mais de 150 crimes foram cometidos por essa quadrilha. Quantos desses 150 foram praticados sob o comando do que dizem ser o chefe da quadrilha [Dirceu]? Um. Apenas a compra de votos. E os outros 150? Não teve a participação de Dirceu, segundo a denúncia”, afirmou Dall´Acqua.
“É uma questão de lógica e de bom senso: basta olhar para a denúncia para ver que não tinha quadrilha. Se a imensa maioria foi praticada à revelia daquele que dizem ser o chefe, existe uma coisa muito estranha aí”, acrescentou.

Prisões ilegais

Dall’Acqua também disse que as prisões dos réus no último 15 de novembro foi cheia de falhas. “O grande problema é que a prisão se deu de uma forma absolutamente inusitada”, acrescentou, referindo-se à ausência da carta de sentença – exigida pela Constituição – na expedição dos mandados. “Houve uma inversão. Primeiro se prendeu, num feriado, para depois, num dia útil. se expedir a carta de sentença. Nunca vi uma coisa como essa”.
O advogado também lembrou que a execução de parte das sentenças sem que o julgamento tenha acabado “é algo sem precedentes”.

Lista de irregularidades

O advogado ainda listou a série de problemas no desenrolar do processo no STF, como o cerceamento da defesa, a violação do duplo grau de jurisdição, a espetacularização do julgamento, a pressão feita pela mídia, o tratamento diferenciado em relação ao chamado mensalão tucano, o uso equivocado da teoria do domínio do fato.
“A teoria do domínio do fato é uma prova de que faltavam elementos para condenar o José Dirceu e de que foi preciso usar algum subterfúgio para encorpar o que eles não tinham”, afirmou Dall’Acqua.

Vitor Marques, estudante de direito e integrante coletivo Graúna, do PT, também viu problemas na espetacularização do julgamento: “A Constituição não fala que um julgamento será midiático do começo ao fim, não fala que o réu já é considerado culpado no início do julgamento”.
http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2013/12/o-julgamento-do-julgamento-ja-comecou.html

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Oração de dezembro 2013

Senhor, já sentimos nas ruas a agitação do mês que se inicia. A correria no comércio, os anúncios na televisão, tudo sinal de que o Natal se aproxima. A grande graça que pedimos, ó Pai de Bondade, é que possamos viver com muito amor e intensidade o Mistério do nascimento do menino grande fodão JC, JESUS! Que nenhuma distração ou superficialidade distanciem nossos corações da grandeza deste belíssimo gesto de amor de um D'us apaixonado que se encarna para estar junto dos seus Quer a ternura de Jesus na manjedoura seja fonte de inspiração para todos nós. E que, fiéis ao grande fodão JC, sejamos perseverantes até o fim. Pedimos ainda, ó Pai, que 2014 seja um ano repleto de graças e bençãos. Muito obrigado por estar conosco durante todo este ano. Oremos! Folhinha Sagrado Coração do grande fodão JC - Jesus Cristo!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

FHC, mentiroso!

Lave a boca, FHC Uma frase para entrar na história: “Hoje vejo que a Justiça começa a se fazer. Aqueles que foram alcançados por ela tentaram transformar a Justiça num instrumento de sua própria história de uma revolução que não fizeram e, em nome de ideais que não cumpriram, querem descumprir a Constituição.” Mas não pelo que tem de verdade, mas de mentira, de falsidade. O seu autor foi presenteado, recentemente, com o cognome de "Príncipe da Privataria", epíteto que lembra a tantos quantos sem memória da história recente do país, o seu papel como responsável pela entrega do patrimônio brasileiro ao capital internacional. De sua biografia também se destaca a compra dos votos necessários no Congresso para que se efetivasse uma mudança na Constituição, de modo a permitir que disputasse a reeleição presidencial. Outro ponto relevante em sua história de vida foi subscrever a maluquice de um plano econômico que decretava a paridade entre o dólar e o real, medida cujos efeitos se fizeram sentir em pouco tempo: a quebra de milhares de empresas, o endividamento de outras tantas, a ruína de milhões. Nosso personagem parece ser obcecado por essa palavra: quebra. Nos oitos anos em que presidiu o Brasil, conseguiu a proeza de quebrar a sua economia três vezes. Outra palavra que o fascina é dependência. É coautor de livros sobre o tema, no tempo em que se considerava um intelectual. Gosta tanto do assunto que resolveu, quando mandatário da nação, subordiná-la aos interesses do Grande Irmão do Norte. Ficar seu dependente, se é que me entendem. Hoje, octogenário, tenta ser um Cardeal Richelieu em seu partido, o ninho tucano. Procura agir nas sombras, dissimulado como sempre, para tentar impor suas preferências. Diz que está afastado da vida pública, mas não rejeita quem lhe ofereça os rapapés de uma cultura envernizada e mumificada. Recentemente, foi designado "imortal" das letras pátrias por uma corte que ultimamente se preza em atrair mediocridades. É inteligente, ao seu modo. Ou esperto, se preferir. Sabe que apenas entre os medíocres consegue algum destaque. Ou entre aqueles que veem nele um instrumento adequado aos seus propósitos, como essa imprensa nacional, uma reunião de meia dúzia de famílias que desejam perpetuar o regime da Casa Grande e Senzala. Por isso ela lhe é tão acessível, tão condescendente, tão simpática. Por isso ela lhe abre espaços generosos para que ele os inunde com suas platitudes, suas insignificâncias ornadas de bijuterias de brilho efêmero. Como se refugia no campo de uma cultura pretensamente erudita, pouco sabe do conhecimento popular, fonte inesgotável de sabedoria e bom senso. Deve mesmo desconhecer uma frase comum, que o homem do povo usa para colocar os pretensiosos em seus devidos lugares: - Lave a boca antes de falar mal de fulano... Um bom conselho, sem dúvida. Que deveria ser seguido por muitos neste Brasil. http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2013/11/lave-boca-fhc.html

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Carta Aberta ao Povo Brasileiro

O julgamento da AP 470 caminha para o fim como começou: inovando - e violando - garantias individuais asseguradas pela Constituição e pela Convenção Americana dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário. A Suprema Corte do meu país mandou fatiar o cumprimento das penas. O julgamento começou sob o signo da exceção e assim permanece. No início, não desmembraram o processo para a primeira instância, violando o direito ao duplo grau de jurisdição, garantia expressa no artigo 8 do Pacto de San Jose. Ficamos nós, os réus, com um suposto foro privilegiado, direito que eu não tinha, o que fez do caso um julgamento de exceção e político. Como sempre, vou cumprir o que manda a Constituição e a lei, mas não sem protestar e denunciar o caráter injusto da condenação que recebi. A pior das injustiças é aquela cometida pela própria Justiça. É público e consta dos autos que fui condenado sem provas. Sou inocente e fui apenado a 10 anos e 10 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha - contra a qual ainda cabe recurso - com base na teoria do domínio do fato, aplicada erroneamente pelo STF. Fui condenado sem ato de oficio ou provas, num julgamento transmitido dia e noite pela TV, sob pressão da grande imprensa, que durante esses oito anos me submeteu a um pré-julgamento e linchamento. Ignoraram-se provas categóricas de que não houve qualquer desvio de dinheiro público. Provas que ratificavam que os pagamentos realizados pela Visanet, via Banco do Brasil, tiveram a devida contrapartida em serviços prestados por agência de publicidade contratada. Chancelou-se a acusação de que votos foram comprados em votações parlamentares sem quaisquer evidências concretas, estabelecendo essa interpretação para atos que guardam relação apenas com o pagamento de despesas ou acordos eleitorais. Durante o julgamento inédito que paralisou a Suprema Corte por mais de um ano, a cobertura da imprensa foi estimulada e estimulou votos e condenações, acobertou violações dos direitos e garantais individuais, do direito de defesa e das prerrogativas dos advogados - violadas mais uma vez na sessão de quarta-feira, quando lhes foi negado o contraditório ao pedido da Procuradoria-Geral da República. Não me condenaram pelos meus atos nos quase 50 anos de vida política dedicada integralmente ao Brasil, à democracia e ao povo brasileiro. Nunca fui sequer investigado em minha vida pública, como deputado, como militante social e dirigente político, como profissional e cidadão, como ministro de Estado do governo Lula. Minha condenação foi e é uma tentativa de julgar nossa luta e nossa história, da esquerda e do PT, nossos governos e nosso projeto político. Esta é a segunda vez em minha vida que pagarei com a prisão por cumprir meu papel no combate por uma sociedade mais justa e fraterna. Fui preso político durante a ditadura militar. Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites. Mesmo nas piores circunstâncias, minha geração sempre demonstrou que não se verga e não se quebra. Peço aos amigos e companheiros que mantenham a serenidade e a firmeza. O povo brasileiro segue apoiando as mudanças iniciadas pelo presidente Lula e incrementadas pela presidente Dilma. Ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência e anular esta sentença espúria, através da revisão criminal e do apelo às cortes internacionais. Não importa que me tenham roubado a liberdade: continuarei a defender por todos os meios ao meu alcance as grandes causas da nossa gente, ao lado do povo brasileiro, combatendo por sua emancipação e soberania. José Dirceu

A NOTA PÚBLICA DE JOSÉ GENOÍNO

NOTA PÚBLICA Aonde for e quando for defenderei minha trajetória de luta permanente por um Brasil mais justo, democrático e soberano. Fotos Genoino Fotos Genoino Com indignação, cumpro as decisões do STF e reitero que sou inocente, não tendo praticado nenhum crime. Fui condenado porque estava exercendo a presidência do PT. Do que me acusam, não existem provas. O empréstimo que avalizei foi registrado e quitado. Fui condenado previamente numa operação midiática inédita na história do Brasil. E me julgaram num processo marcado por injustiças e desrespeito às regras do Estado democrático de direito. Por tudo isso, considero-me preso político. Aonde for e quando for defenderei minha trajetória de luta permanente por um Brasil mais justo, democrático e soberano. José Genoino www.genoino.org

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Conheça um traidor

Grande traíra: Roberto Freire, o capacho da direita http://altamiroborges.blogspot.com/2013/10/roberto-freire-o-capacho-da-direita.html?spref=tw

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Justiça em frangalhos



A pá de cal sobre a Justiça brasileira não será a negação do regimento interno do STF por escassa maioria daquela Corte, inclusive com a provável mudança de opinião do decano Celso de Mello quanto a opiniões que expressou recentemente a favor dos mesmos embargos infringentes que agora deve renegar. O que maculou o Judiciário foi a histeria falsificada de Gilmar Mendes.
Aos berros, o mesmo juiz que concedeu um habeas-corpus ao banqueiro Daniel Dantas nas horas mortas da madrugada e que libertou o médico estuprador Roger Abdelmassih – que fugiu do país em seguida, nunca mais tendo sido encontrado – tratou de magnificar os crimes de que são acusados membros do partido adversário daquele que o indicou para o STF.
Independentemente da culpabilidade ou não dos políticos réus da Ação Penal 470 – pois há controvérsias no mesmo STF –, ao usar como um açoite a sua opinião particular sobre o Partido dos Trabalhadores – que não é réu em ação nenhuma –, Gilmar Mendes inoculou política no processo, acentuando o seu (finalmente) inegável caráter político-partidário.
O destempero de Gilmar Mendes, que chegou a babar enquanto vociferava contra o PT, por certo servirá aos recursos que serão interpostos à Corte Interamericana de Direitos Humanos pelos réus vilipendiados em seus direitos mais elementares a princípio consagrado no Pacto de São José da Costa Rica, o princípio do duplo grau de jurisdição que o STF acaba de lhes negar.
Para o partido alvo do show circense de Gilmar Mendes, no entanto, talvez tenha sido a “melhor” solução – opinião, aliás, encampada por grande e influente parcela do PT.  Com a “virada de página” do julgamento do mensalão, Dilma Rousseff e centenas de petistas não terão que conviver com o noticiário sobre o processo em plena campanha eleitoral no ano que vem.
Já para a democracia, a tragédia é irreparável. O STF ser usado em vendeta política piora ainda mais a qualidade da nossa Justiça, eternamente acusada – com carradas de razões – de fazer distinções de classe social e de etnia em suas decisões. Agora, o STF também será acusado de fazer distinções políticas, o que não chega a ser novidade pela história da Corte.
Quem bem lembrou a história de injustiças do STF foi o escritor Fernando Morais, em entrevista que deu ao Blog na semana passada, durante reunião de amigos e familiares do ex-ministro José Dirceu em sua residência em São Paulo. Morais lembrou que o STF já enviou uma judia grávida para Hitler (Olga Benário) e coonestou o golpe militar de 1964.
Em 12 de setembro de 2013, a parcela racional da sociedade brasileira foi obrigada a assistir trapaças chocantes da maioria da cúpula do Poder Judiciário. Uma Justiça em frangalhos, pois, soma-se a todas as outras anomalias muito mais sérias que infernizam este país, como a imoral desigualdade de renda e de oportunidades. Razões para lamentar não nos faltam.
Resta lembrar que, há poucos dias, foi lançado um livro que versa sobre caso análogo à “compra da consciência de parlamentares” contra a qual vociferou Gilmar Mendes. Tal livro, no dia em que escrevo, já pode ser inscrito na categoria dos best-sellers, pois, segundo me foi dito pela editora que o publicou, já vendeu 10 mil exemplares e já deixou mais 15 mil em todas as livrarias importantes do país.
Tal é o sucesso do livro O Príncipe da Privataria, do escritor e jornalista Palmério Dória, que a obra já lidera a lista dos mais vendidos das mais importantes livrarias físicas e virtuais do país. O livro mostra provas de que houve “compra da consciência de parlamentares” em favor do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ainda que ele diga que foi feita por alguém que queria ajudá-lo, mas que ele não conhece.
Aliás, vale lembrar que FHC reconhece que houve tal “compra”, só que se desvincula da iniciativa de “comprar”.
É nesse cenário que vemos a mesma Justiça que desde sempre amaciou com grupos políticos simpáticos aos grandes meios de comunicação JAMAIS ter se debruçado sobre a compra de votos que FHC reconhece que houve durante seu governo e em seu favor, porém, segundo ele, “sem qualquer participação” de sua parte.
É suficiente, pois, dizer que a Justiça brasileira está em frangalhos?

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Lula, o grande fodão

O ENCONTRO DE LULA COM O PAPA NO RIO AMAZONAS http://cloacanews.blogspot.com/2013/09/o-encontro-de-lula-com-o-papa-no-rio.html?spref=tw

domingo, 25 de agosto de 2013

Ex-subsecretária de Bush pai diz existir "governo sombra"


Catherine Austin-Fitts foi subsecretária de Habitação no início do governo de George Bush pai. Oriunda da diretoria do banco de investimentos Dillon, Read & Co. (posteriormente incorporado pelo suíço UBS), era responsável pela Administração Federal de Habitação (FHA), então o maior fundo de seguros hipotecários do mundo. Em 1990, foi demitida, depois de ter deparado com um vasto sistema de desvio de recursos para o chamado “orçamento negro” (black budget), destinado ao desenvolvimento de projetos de inteligência e tecnológicos sem supervisão do Congresso. Na iniciativa privada, foi uma das primeiras a advertir sobre a expansão da bolha hipotecária que deflagrou a crise de 2007-2008, e tem denunciado sistematicamente as fraudes que ocorrem rotineiramente no sistema financeiro encabeçado pelo Sistema da Reserva Federal, inclusive, a sua estreita vinculação com o tráfico internacional de drogas e outras atividades ilícitas. Em recente entrevista ao jornalista econômico alemão Lars Schall, postada no sítio deste, em 1º. de agosto, ela proporciona uma autêntica aula magna sobre a existência e o funcionamento de uma estrutura de governo mundial, que opera, principalmente, nos EUA e na Europa, à qual chama o “governo sombra” (shadow government).
Provocada sobre o fato de que as suas denúncias lhe têm garantido numerosas acusações de ser uma “teórica da conspiração”, devolveu:
Bem, a coisa é que temos uma realidade oficial e a realidade, são duas coisas diferentes… O meu entendimento do mundo emergiu de trabalhar em Wall Street e para o governo. Eu passei vários anos em disputas judiciais com o governo federal e a minha experiência pessoal é a de que o mundo é movido por decisões quietas tomadas silenciosamente em vários grupos e, em seguida, implementadas dessas maneiras – é assim que o mundo funciona, este é o princípio organizacional básico… A linha divisória de classes, nos EUA de hoje, é entre as pessoas que criam, administram e se engajam no que alguns chamam conspirações, enquanto todo o restante é treinado para ser incapaz de fazer o mesmo, porque esta é a base do poder versus a impotência. Então, eu venho de um mundo onde ser capaz de se reunir com outras pessoas, organizar planos, implementar estes planos e fazer isto silenciosa e secretamente, é a base do exercício e do acúmulo de poder mundial. Por isso, quando eu ouço pessoas sendo depreciativas sobre as conspirações, no mundo em que me criei, isto representa, simplesmente, um sintoma de que elas concordaram em ser impotentes e fazer disto um distintivo de honra.
Segundo ela, tais grupos de poder configuram um “governo sombra”:
A coisa contra a qual estamos lutando é que não é realmente claro qual é o sistema de governança no planeta Terra e como ele funciona. O que sabemos é que as nações soberanas têm o poder de cobrar impostos e grandes orçamentos. A realidade é que essas nações soberanas não estão no controle e não estão dirigindo as coisas… Eu acho que o sistema de governo é, na melhor das hipóteses, obscuro e, na minha experiência de trabalho como funcionária governamental, as decisões são tomadas fora do governo e transmitidas ao governo. O governo trabalha para o “governo sombra”… O que estamos presenciando é uma grande centralização de controle político, e parte disto é que a tecnologia permite esse tipo de consolidação fantástica em lugares centralizados. (…)
A propósito das estreitas vinculações entre o sistema financeiro e o aparato de inteligência que foi exposto pelas recentes denúncias sobre a Agência de Segurança Nacional (NSA) estadunidense, afirmou:
Primeiro, lembre-se que, no mundo desenvolvido, nós temos aliados que tanto competem como cooperam entre si. É muito ruim para os negócios deixar os nossos aliados saberem que, basicamente, você está praticando golpes sujos contra eles, no jogo da guerra econômica. Esta é uma realidade particularmente desconfortável para os EUA, porque eu acho que os estadunidenses têm sido muito bons nesse jogo. Segundo, agora, nós temos um sistema financeiro que é muito dependente de um sistema de gerenciamento dos mercados. A NSA e os sistemas de vigilância correlatos já estão muito além, eles não são mais uma maquinaria para treinamento de insiders para a guerra de equipamentos, eles se tornaram algo muito mais pró-ativo. Eles estão descobrindo como gerenciar os mercados, de uma forma ampla e geopoliticamente. Então, temos agora algo que está inventando os mercados, inventando a economia e direcionando a economia… Passamos de uma máquina de vigilância para uma máquina de manipulação dos mercados e para uma máquina de criação de mercados. (…)
Para os que ainda mantêm ilusões sobre o funcionamento “livre” dos mercados financeiros, ela as desfaz com um balde de realidade fria, ao responder uma pergunta sobre os intercâmbios de informações privilegiadas (insider trading) entre bancos e agências de inteligência:
(…) Neste exato momento, o governo federal tem como seu depositário a Reserva Federal de Nova York. Então, você tem um banco privado que é o banqueiro do governo e, essencialmente e de várias maneiras, controla as contas do governo. Agora, este banco central está imprimindo papel e ninguém irá pegar este papel, a menos que as Forças Armadas dos EUA garantam que todos farão isto. Então, estamos falando de um híbrido que é bastante integrado em uma única coisa. A Reserva Federal de Nova York representa, na realidade, os seus bancos membros, que atuam como agentes e, por intermédio da Reserva, estão gerenciando o Fundo de Estabilização de Câmbio, que é a mãe de todos os fundos para operações encobertas e fundos de intervenção nos mercados, mas também estão implementando diretrizes de segurança nacional no mercado… Então, essas agências e instituições estão atuando juntas, como se fossem um único cartel. Isto vai muito além de informações privilegiadas… O que eles criaram, pelo menos nos EUA, é uma maquinaria de colheita. Os EUA têm 3.100 condados e o que temos é uma maquinaria que cultiva cada um deles para uma variedade de propósitos governamentais e do orçamento negro. Em muitos condados, a economia é projetada para gerar dinheiro para o orçamento negro, mais do que para otimizar a economia.
Não obstante, para Austin-Fitts, a crise global representa uma oportunidade, pois
estamos atravessando um extraordinário período de mudanças… Estamos deixando de ser divididos entre desenvolvidos e não-desenvolvidos e entrando numa economia mais mundial. Este reequilíbrio é uma mudança bastante significativa… Estamos mudando o nosso modelo. No mundo desenvolvido, nós dizíamos, basicamente, vamos ser democracias, mas vamos financiar as nossas democracias percorrendo o planeta, matando todo o resto e pegando baratos os seus recursos naturais. Agora, temos que converter-nos num modelo em que o que for feito a um será feito a todos, e isto é parte desse reequilíbrio, acho que é uma grande mudança.
Embora sem proporcionar detalhes, ela comenta ter deparado, em suas investigações, com o desenvolvimento encoberto de tecnologias de propulsão espacial muito mais avançadas do que as oficialmente reconhecidas como sendo o estado da arte dos EUA:
A maneira em como me interessei no programa espacial foi que eu estava seguindo as pistas de fraudes e extraordinárias quantidades de dinheiro que desapareciam dos programas de hipotecas do governo federal e desaparecendo do [Departamento do] Tesouro. Isto me levou a investigar o orçamento negro. Mas quando você começa a investigar o orçamento negro, o que você começa a compreender é que a primeira história de cobertura para ele é a incompetência e a segunda, a corrupção. Porque, de fato, estamos falando de um processo institucionalizado de desviar dinheiro da economia aberta, seja no nível governamental ou nas comunidades, por meio do crime organizado e coisas como as fraudes com hipotecas – e estamos falando de dinheiro numa escala enorme. Não estamos falando de Ferraris e contas em paraísos fiscais para parceiros de Wall Street, estamos falando de trilhões e trilhões de dólares que estão indo para algum lugar. Na medida em que comecei a estudar o orçamento negro e para onde o dinheiro estava indo, numa escala extraordinária, comecei a investigar os diferentes relatos sobre a construção de instalações subterrâneas e a construção de naves espaciais que funcionam como dizem que os funcionam os OVNIs [objetos voadores não-identificados]. (…)
(…) Então, essas tecnologias estão sendo desenvolvidas há algum tempo e um dos nossos desafios, como planeta, é que existe uma enorme divisão na população, entre pessoas que estão avançando rapidamente, fazendo coisas de tecnologia muito avançada, inclusive, por meio do orçamento negro, e uma população muito maior que, se está fazendo algo, está reduzindo as suas habilidades, inteligência e capacidade de lidar com tecnologias avançadas.
Ao final, Schall pediu à ex-subsecretária para apontar os desafios mais importantes para a humanidade, dos quais a grande maioria das pessoas não estaria ciente:
Nos últimos quinhentos anos, temos estado no que [o investidor e analista financeiro] James Turks chama de “modelo centralbanquista-belicista”. Os bancos centrais imprimem dinheiro e os militares se asseguram de que todo mundo fique com ele. Parte disto, como dissemos, era que os colegas no mundo desenvolvido iam ao mundo não desenvolvido e roubavam o que precisavam para mover as suas economias. Agora, teremos que ter um modelo muito mais integrado globalmente. Ou iremos praticar globalmente a não-violação ou não sei o que será. Isto será uma coisa grande para a gente do mundo desenvolvido, se converter, literalmente, para um modelo em que o mesmo conjunto de regras se aplique aos mercados desenvolvidos e emergentes.
Teremos que praticar globalmente a não-violação. Eu acho que um dos desafios mais importantes é uma grande evolução espiritual e cultural. Para mim, a maior oportunidade para o planeta é espiritual. A questão maior em cada sistema legal é quem o aplica. Se vamos nos mover para uma condição em que possamos manejar o tipo de tecnologias que discutimos, então, seremos convocados para fazer uma enorme mudança, de modo a termos o tipo de base espiritual e cultural que possa manejar essas tecnologias tão poderosas. E, na medida em que isto acontecer neste planeta, estaremos em condições de enfrentar uma série de riscos geofísicos, ameaças cósmicas e o que estiver ocorrendo no espaço exterior.
Então, eu diria que os nossos dois desafios mais importantes estão na ascensão espiritual e cultural, para estar à altura da tecnologia, inclusive, praticando globalmente a não-violação, na medida em que chegamos a uma cultura e uma economia muito mais integradas e, assim, atuar como uma sociedade é assumir as responsabilidades para interagir no espaço e entender e gerenciar os nossos riscos geofísicos, no contexto de toda a galáxia.
Evidentemente, ela não espera que tais mudanças ocorram automaticamente. Para finalizar, vejamos a sua “receita”:
A solução é que cada um de nós faça o que chamo “tomar posição” ["come clean", no original]. Cada um de nós tem que mudar; em outras palavras, não precisamos esperar que as lideranças façam alguma coisa. Nós podemos, simplesmente, começar a mudar nós mesmos… A maneira como vamos construir o futuro é atraindo o que queremos. Vamos passar por uma enorme mudança e não há jeito de que possamos nos esconder num bunker, com nossa comida desidratada e moedas de ouro, e pensar que vai dar tudo certo. Temos que sair para fora, de um jeito ou de outro, e criar soluções.
Após deixar o Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Austin-Fitts fundou o bem sucedido banco de investimentos Hamilton Securities Group, que foi forçado a fechar, em 1998, após uma feroz perseguição judicial movida pelo governo federal, com acusações que, posteriormente, se revelaram fraudulentas. Atualmente, dirige a Solari, empresa de consultoria de investimentos, e o sítio The Solari Report, no qual publica artigos, notícias jornalísticas e entrevistas, com foco na crise global e os esforços para a sua superação.

domingo, 4 de agosto de 2013

Quatro funções secretas que existem em seu celular e você nem sabia


Seu celular é uma caixinha de surpresas! Ele tem quatro funções secretas que você nem imaginava que existissem – tudo bem que elas são mais úteis se você estiver em apuros, mas mesmo assim são muito legais! Confira:
Emergência I
O número universal de emergência para celular é 112! Por isso, se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer outra operadora disponível. Este número pode ser digitado até mesmo se o teclado do aparelho estiver bloqueado!
Emergência II
Transmissão de sinal. Exemplo: se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30 cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro.
Emergência III *3370#
Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Par ativar, pressione as teclas: *3370#. Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.
Emergência IV *#06#*
Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#* Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro.
Se seu aparelho for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

‘Desilusões Perdidas’: 10 razões para namorar um jornalista

Uma resposta ao clássico “1.000 razões para não namorar um jornalista” 

Aprende-se a dar valor às coisas boas da vida, como beber num pé-sujo ou dividir o resto da pizza da noite anterior no café da manhã. Depois de experiências tão preciosas como estas, quem vai se importar com cruzeiros pelo Mediterrâneo ou jantares sofisticados?

O jornalista não sufoca a pessoa amada. Quem busca uma relação que proporcione um tempo só para si deve namorar um jornalista. Aliás, terá tempo só para si até demais, porque o jornalista viverá ocupado com plantões e suas grandes matérias.

Jornalistas são legais. Ok, alguns são chatos pra cacete, mas a maioria é legal.
0namoro virtual-ciademarketingDuda Rangel avalia: jornalista é bom partido no quesito namoro (Imagem: Companhia de Marketing) 

Os jornalistas têm utilidades. Poucas, mas têm. Ele pode, por exemplo, redigir os mais diferentes tipos de texto para a pessoa amada. Mais: pode corrigir os erros de Português do currículo da pessoa amada. Só é preciso fisgar o coração de um jornalista que tenha conhecimentos no mínimo intermediários do Português.

Como a comparação entre os pombinhos é algo inevitável em todo relacionamento, qualquer pessoa que namorar um jornalista vai se sentir um ser humano muito normal, super-resolvido e equilibrado. E não é ótimo isso?

Jornalistas têm um charme especial. Não sei se é essa coisa de reclamar demais ou se é o jeito estranho de se vestir ou ainda aquele troço de sonhar com um mundo melhor, não sei o que é, mas que rola um charme diferente, rola.

Os amigos leigos morrem de inveja de quem namora um jornalista. Acreditam, tolinhos, que jornalista é cheio de importância. É divertido. Mas atenção: se alguém perguntar por que o tal namorado jornalista nunca apareceu no Jornal Nacional, deve-se fazer cara de espanto e soltar um “mas jura que você nunca viu?”.

Jornalistas, apesar de serem jornalistas, também sabem amar.

O mundo está cheio de pessoas encalhadas e solitárias e, entre ser uma pessoa encalhada e solitária e namorar um jornalista, é preferível namorar um jornalista, muito provavelmente um dos muitos encalhados e solitários que existem por aí.

Diz um estudo de alguma universidade de algum país que eu não lembro qual que pessoas todas certinhas, com uma rotina de trabalho toda certinha, com salário pago no dia certinho, e com tudo mais tudo certinho, são péssimas na cama. Logo, alguém todo erradinho como um jornalista pode valer muito a pena.


duda rangel(*) Personagem criado pelos gêmeos Anderson e Emerson Couto, o jornalista Duda Rangel é autor do blog Desilusões perdidas e da fan pageJornalismo com bom humor no Facebook. O blog originou o livro “A vida de jornalista como ela é”, à venda pela web aqui.

terça-feira, 30 de julho de 2013

São Paulo, cidade do já-teve

Bares, boates, night-clubs, danceterias, baladas, casas noturnas, 
discotecas que dançaram no tempo e ficaram na saudade:

† La Boheme 
† A Baiúca
† Spazio Pirandello
† Paddock
† Blue Note 
† As Últimas Nuvens Azuis do Céu da Alameda Principal 
† Garitão
† Espaço Mambembe
† Ferro's
† Juão Sebastião Bar
† Opus 2004
† Blow-up 
† Espaço Off 
† Pauliceia 22
† Anexo
† Pingão
† Orra meu!!!
† O Beco 
† Toulouse Lautrec
† La Licorne 
† Chicote
† La Ronde 
† Ópera Cabaré (depois Village Station)
† Versailles 
† Marino
† Arpège 
† Nick Bar 
† Luar Paulista
† Bar Brasil
† Halleluia
† Acontece 
† Café Maravilha
† Tobago
† Cálice
† São Paulo Chic (e o samba do Camisa Verde e Branco)
† Pierrot 
† Refúgio 
† Shampoo
† US Beef Rock
† The Place
† Chez Moi
† Chez Armand 
† Vektra
† Soul Train
† Variety 
† Club de Paris 
† Michel 
† Barbazul 
† Galo Vermelho 
† Dakar 
† Cartola Clube 
† La Vie en Rose 
† Holiday 
† Som de Cristal 
† Avenida Danças 
† Maravilhoso 
† O Jogral 
† Oásis (depois Executivo Bar, hoje Executivo Club) 
† Geni 
† Lounge 
† Shadow
† Pop Corn
† Raio Laser
† Club Nation (depois Armagedon)
† Ácido Plástico
† Treibhaus
† Gitana Hall 
† Sampa
† Contramão
† Kilt (demolido pelo Kassab só porque ele é viado) 
† Terceiro Whisky 
† Heaven 
† Pool
† Resumo da Ópera (depois Show Days Saloon)
† Lov.E 
† Loveland 
† Toco 
† Magamalabares 
† Stravaganza
† Scarabocchio 
† Lei Seca
† Farney's (depois Djalma's, hoje PPP) 
† Madame Satã (depois Morcegóvia) 
† Rose Bom Bom 
† Tífon
† Inverno e Verão
† Dancing Morumbi
† Liverpool
† Tramp
† Walkabout
† The The
† Rhapsodia
† Batom
† Leiteria Paulista
† Love Apple
† Love Story (a original)
† Singapura
† Aeroanta 
† Broadway
† QG (depois Krill)
† Victoria Pub 
† Sunshine
† Paribar (o original) 
† Saint Germain (depois Sanja) 
† Radar Tan Tan 
† Stardust 
† Sunset
† 150 
† Farewell 
† Saint Louis
† Cave 
† Carbono 14 
† Cais 
† Clyde's
† L'Honorabile Società
† Massivo (o das “almôndegas” humanas) 
† Dama Xoc 
† Funilaria e Pintura 
† Borracharia 
† Gallery 
† Abrigo Nuclear 
† Kremlin 
† Napalm 
† Los Angeles
† Projeto SP 
† Rádio Clube 
† Millenium
† Playboy
† Nation
† Roof 
† Sra. Krawitz 
† Kabul
† Arcadia
† Azul da Meia-Noite 
† St. Paul 
† Ta Matete 
† Bartolo 
† Olivia 
† Metrópolis 
† O Trago Nosso de Cada Noite 
† Torre do Dr. Zero (e suas históricas baladas de 5a. feira) 
† Vou Vivendo 
† Willie Willie 
† Patropi 
† Riviera 
† Redondo 
† Columbia (e seu Sub Club + o Hell's) 
† Tonton Macoute (e New Tonton) 
† Moustache 
† Tambar 
† Splash 
† Overnight 
† London Tavern
† Espaço Retrô
† Supremo (e seu porão) 
† Woodstock 
† Lira Paulistana 
† Kripton
† Kiron
† Habeas Corpus
† BASE 
† Moinho Santo Antônio 
† Comics 
† Up&Down 
† Der Temple
† House
† Area (depois Opera Room) 
† Hoellish (depois Cais)
† De Repente 
† Manga Rosa 
† Mariajoana 
† Tonk
† Duna's 
† Espaço Alquimia
† Lei Seca 
† Latitude 3001
† Penicilina
† Carcará
† Casablanca
† Aquarius 
† Phoenix 
† Calabar 
† Dobrão 
† Hippodromo (depois Krakatoa)
† Regine's
† Papagaio
† O Ponto 
† Zoster
† Allure 
† Anny 44 
† Hong Kong
† Barbarella 
† Banana Power 
† Chicago
† Excalibur 
† California Dreams
† Cottom Club 
† Pink Elephant
† Cabral
† Klatu
† Kri'w
† Lambar
† Lambarteria
† Hippopotamus
† Porque Hoje é Sábado
† Charade 
† Girondino (o original)
† Café Cancun
† Shalako 
† Phoenix (depois Enigma)
† Champ's
† Semba
† Guillf's (depois Acrópole)
† Star Music
† Dado Beer
† Canto Livre
† Joy
† Banza 
† Zanzibar
† Voo Livre
† Pepsi
† KVA 
† ONU 
† Sound Factory
† Terceiro Tempo
† Brilho
† New York
† Massa Rara
† Metrô
† Mirage
† Biosfera 
† Candel Light 
† Summertime
† Teleco Teco 
† Balacobaco 
† Catedral do Samba 

por Sergio Faria... do http://www.catarro.blogspot.com.br/?zx=6f538eac7dfc758f

+Catedral do Samba
+Papai